quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Mario Strikers Charged (Wii)

Mario Strikers Charged Wii




Como ocorre na maioria de jogos de esporte envolvendo o mais famoso personagem da Nintendo, Mario, o game Mario Strikers Charged (MSC) não escapa: a loucura está fortemente presente. O título Super Mario Strikers, para GameCube, foi encarado por muitos como um jogo legal, mas não muito intenso quanto o estilo prometia. MSC chegou ao Nintendo Wii para mudar essa perspectiva.


Visto por muitos como uma seqüência do game do GameCube, MSC é fruto de um excelente trabalho dos desenvolvedores da Next Level Games. A adrenalina do game é algo contagiante, visto que o foco é menos no futebol e mais na rapidez e insanidade de habilidades, tanto no uso de itens e dispositivos especiais quanto no domínio geral da jogabilidade do título.

Jogadas malucas

Os jogadores iniciam sua experiência em MSC selecionando um capitão para seu time de acordo com as opções oferecidas, formadas por personagens essenciais nos games de Mario, como o próprio encanador, Luigi, Koopa, Princesa e Wario. Ao todo, são 12 capitães, cada um com suas respectivas habilidades e atributos: movimento, chute, passe e defesa.

Então, o gamer tem a possibilidade de escolher os três integrantes restantes de sua equipe, através de um elenco de personagens menos importantes na série de jogos de Mario, como o cogumelo Toad, por exemplo. Diferentemente do que ocorre no jogo para GameCube, em MSC o jogador consegue diferenciar os companheiros, sendo que cada um possui características específicas mais fortes, como força ou velocidade.

Os três figurantes secundários do time são essenciais para a realização de gols, mas seus chutes não são nada comparados aos do capitão. Cada personagem possui tipos de drible diferentes, o que influencia bastante na escolha dos personagens para o time, visto que o ideal é um balanço entre as habilidades dos participantes.

Alguns exemplos interessantes são os Hammer Brothers, que possuem a habilidade de atirar martelos no oponente à sua frente para então chutar a bola. Em conflito direto com o goleiro (o famoso jacaré maligno), não há nada que possa impedir a realização de gols com esses curiosos personagens. Boo, por exemplo, consegue ficar transparente e, se comandado sabiamente pelo gamer, pode atravessar o goleiro e facilmente marcar um ponto.

Uma ótima combinação de adrenalina e uso dos controles do Wii

Planejar rapidamente jogadas elaboradas é algo que o player deve dominar na medida em que avança durante as partidas de MSC. Balançar o Wii Remote é algo que os jogadores realizam a todo o momento para evitar o domínio de bola dos adversários. Como assim, balançar o Wii Remote? Simplesmente é realizar uma “trombada” contra o oponente, nocauteando-o por alguns segundos, deixando-o sem ação e, logicamente, sem a bola por alguns momentos.

Para aumentar o caos, há vários itens úteis que possibilitam tanto o impedimento de movimentos adversários quanto um “power-up” do personagem controlado pelo gamer na ocasião. Itens como a famosa estrelinha e os cascos de tartaruga aparecem em MSC, além do item mais expressivo de todos: o “especial” do capitão. Cada capitão possui um item especial diferente, na maioria das vezes causando impacto a todos os oponentes que o circulam.

Além disso, o cenário contribui fortemente para aumentar os desafios do jogo. Alguns são plenamente estáticos, enquanto outros ambientes propiciam obstáculos fortes e inesperados, como bolas de lava flamejantes que invadem a quadra a toda a velocidade, destruindo tudo em seu caminho. A surpresa pode ser grande ao encontrar cenários diferenciados, já que há diferenças bastante expressivas, como a falta de muros delimitadores em uma determinada quadra, por exemplo.

Modo multiplayer simplesmente único

Os modos singleplayer de MSC são simples, já que não passam de desafios abordados de poucas maneiras diferentes: Versus Mode, Challenge Mode (série de desafios executados em diferentes cenários) e Road to the Strikers Cup (onde o jogador forma um time e se diverte através de diferentes torneios). A dificuldade encontrada combatendo a inteligência artificial é um tanto radical, visto que é altamente extremista: ou muito fácil, ou ridiculamente difícil.

Já o modo multiplayer apresenta desafios completamente mais satisfatórios. Até quatro jogadores podem embarcar na pancadaria tanto online (dois em cada lado) quanto na própria plataforma. O modo online é espetacular, mas os jogadores do Brasil podem encontrar problemas na conexão, visto que a distância entre os países influencia bastante no desenrolar da partida. Com isso, poucas partidas são encontradas, e o famoso lag (atraso na conexão) aparece algumas vezes para chatear os gamers.


domingo, 19 de outubro de 2008

Disaster: Day of Crisis (Wii)


Disaster: Day of Crysis foi publicado no site oficial da Nintendo japonesa, contendo diversos dados inéditos. Tudo indica que teremos um game com um sucesso estrondoso, devido à intensidade de seus eventos e por ser um dos poucos títulos com muita ação no Nintendo Wii. Prepare-se, pois tsunamis e vários outros desastres naturais estão chegando à sua tela!


A dura vida de Raymond


Você encarnará Raymond Price, um ex-membro de um batalhão de resgate que desistiu de sua carreira após falhar no salvamento de Steve, seu parceiro e amigo de longa data. Um ano após os acontecimentos, Ray trabalha pacificamente em sua cidade até que recebe a notícia de que outro desastre em potencial está prestes a se consolidar.


Desta vez, o evento envolve Lisa, uma garota seqüestrada por um misterioso grupo armado. Coincidentemente a vítima também é a irmã mais nova de Steve, e corre sérios riscos de vida. Raymond decide então iniciar um novo resgate, mas, desta vez, terá de enfrentar tsunamis, terremotos, incêndios, inundações e furacões, além, é claro, dos terríveis seqüestradores.


Controles realmente intuitivos


O título irá enfocar três objetivos: sobreviver em meio aos desastres, salvar civis e combater o grupo armado responsável pela apreensão de Lisa.


Para continuar a viver, você terá de utilizar habilmente os joysticks do Nintendo Wii. O domínio sob o Wii Remote e o Nunchuk será essencial para escapar dos diversos acontecimentos que ocorrem subitamente no jogo.


Diversos comandos baseados em movimentos que simulam as ações reais de Raymond terão de ser executados. Quando suas roupas pegarem fogo, por exemplo, você terá de sacudir o Wii Remote e o Nunchuk para se livrar das chamas. Além disso, você também pode inclinar o Wii Remote para alcançar e agarrar vítimas dependuradas em beiradas perigosas. Embaixo d’água a ação serve para se esquivar de obstáculos.


A combinação de movimentos de ambos os periféricos também é útil para eventos baseados em minigames. Um belo exemplo disso são os momentos em que terremotos e tsunamis atingem a cidade. Caso isso aconteça, você terá de agitar os joysticks como se estivesse correndo, fazendo com que Ray escape de objetos em queda e de ondas perigosas. Além disso, existem ocasiões em que se devem levantar ambos os periféricos para que o protagonista salte sobre precipícios.


Instrumentos de resgate


Os botões também terão boas utilidades em Disaster: Day of Crysis. O botão “Z” será a tecla responsável por desempenhar as ações de contexto, que devem ser acionadas em momentos pré-determinados. Após inalar muita fumaça de um local de incêndio, você terá de pressionar “Z” para que Ray respire profundamente e restaure sua saúde. Além disso, você também terá de utilizar o botão para gritar e verificar se alguém precisa de ajuda. Um ícone no canto inferior esquerdo da tela irá sancionar quais ações o botão irá desempenhar.


Além dos desastres que ocorrem freqüentemente na cidade, você também terá de desempenhar o bom samaritano e ajudar outras vítimas. Isso irá lhe render pontos de habilidade, que podem ser utilizados para aprimorar as habilidades de Raymond. Até o momento, os atributos não foram divulgados, mas acredita-se que características como velocidade e força poderão ser ampliados.


A Nintendo apresentou também uma nova utilidade para o Wii Remote em Disaster: Day of Crysis: a possibilidade de fornecer massagens cardíacas. Caso alguém se torne inconsciente e você esteja tentando reanimá-lo, será necessário segurar o Wii Remote horizontalmente e movê-lo para cima e para baixo conforme indicarão as instruções na tela.
Este é um ótimo jogo de aventura e de ação, o gráfico nem parece que é do Wii são ótimos.
Pena que não é um jogo que se pode jogar na wifi, mas é um jogo muito longo e você pode usar carros nessa grande aventura, o que eu achei mais legal. O controle de seu personagem também é muito bom.

sábado, 11 de outubro de 2008

Principais acessórios da Nintendo Wii

Aqui veremos os acessórios principais da Nintendo Wii:

Os mais usados:
Wii remote: Também conhecido como wiimote é o controle principal da Nintendo Wii. Pode também ser chamado de freehand. Wii Remote é o coração do Wii.

Ele é um comando que capta os movimentos que o jogador faz ao movê-lo, através de um giroscópio.

Além disso, ele terá com sistema de vibração e um pequeno alto-falante que emitirá sons mais simples e próximos, como o bater da espada ou o som de um tiro.

O comando possui na parte de baixo uma porta de expansão para que sejam ligados alguns periféricos, entre eles o mais famoso, o Nunchuk.








Nunchuck: Desenhado para caber perfeitamente na mão do jogador, o Nunchuk é conectado por porta de expansão ao Wii Remote e usado juntamente a ele.



O Nunchuk possui a mesma tecnologia de controle por movimento usada Wiimote, mas inclui também um controle analógico para auxiliar a execução do movimento do personagem. Em diversos jogos, os jogadores podem usar o controle analógico do Nunchuk para mover seus personagens e o Wiimote para executar uma ação específica, por exemplo, se está fazendo um passe no futebol americano ou mirando uma arma. Junto com o controle analógico, o Nunchuk também contém dois botões posicionados para um fácil acesso.











Classic Control: A corda do Controle Clássico vem de baixo ao invés do topo do controle (uma configuração partilhada pelo controle do Dreamcast). O controle Clássico contém fendas em suas costas, que se abrem por um botão retangular no topo do controle, presumidamente pela junção do controle com algo mais.



Durante a E3 2006, Nintendo introduziu o Controle Clássico (modelo número RVL-005), que pluga ao Wii Remote via uma corda em um estilo similar ao do Nunchuk.[1] Ele contém dois com dois direcionais analógicos e dois botões extras no ombro: o botão ZL e os botões ZR, usados para replicar o botão Z encontrado no controle do Nintendo GameCube. A configuração toda é similar ao outros controles dos consoles maiores da sétima geração.




Para jogar jogos de corridas como Mario Kart também possui o controle chamado wiiwheel que é também muito divertido.Além desses existem outros também...

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Mario Galaxy (Wii)


Criado em 1981 pelo artista japonês Shigeru Miyamoto, Mario tornou-se o mascote oficial da Nintendo após uma estréia arrebatadora. Originalmente criado para jogos de plataforma, o personagem logo conquistou outros gêneros e aumentou seu elenco de coadjuvantes.


Cerca de 100 jogos e muitos anos depois, o encanador italiano — que já estrelou desenhos e filmes — retorna ao gênero que o tornou uma estrela e redefine o gênero criando um impacto tão grande quanto o do seu lançamento original.


Aguardado como um dos melhores títulos do Wii, Super Mario Galaxy utiliza-se do sistema de controle único do console de última geração da Nintendo e, principalmente, da mente fértil de seu criador, Shigeru Miyamoto, para criar um jogo que brinca com as leis da física e coloca toda a habilidade atlética do bigodudo mais conhecido do mundo.


Seqüência direta de Super Mario Sunshine, para o GameCube, o Galaxy é o segundo título da franquia para o Wii, sendo que o Mario já havia aparecido em outros títulos como Wario Ware e como protagonista em Super Paper Mario.


A estréia oficial no novo console vem em grande estilo, com muitas novidades, gráficos de qualidade, trilha sonora orquestrada e jogabilidade revitalizada. Super Mario Galaxy destaca-se como um dos melhores títulos do ano para o Nintento Wii.


Super Mario Galaxy coloca o gênero de plataforma em nova perspectiva. Os cenários esféricos, a manipulação da gravidade e a brincadeira inteligente com os conceitos de “para cima” e “para baixo”, fazem de Galaxy um verdadeiro jogo de plataforma, você passará horas pulando de bloco em bloco, planeta em planeta e o mais interessante é ver como o personagem comporta-se em cada um dos cenários.


Os cenário esféricos, ou circulares, não são nenhuma grande novidade no mundo dos jogos, sendo que já apareceram em títulos como o recente Rachet & Clank e até mesmo em jogos mais antigos, como nos estrelados pelo arqui-rival do encanador italiano: o porco-espinho Sonic.


Entretanto, fica claro que SMG utiliza a jogabilidade patenteada do bigodudo para transformar tais cenários em uma galáxia de possibilidades. Correndo em uma parede ou saltando na imensidão do espaço, Mario brinca com as leis da física mostrando que há espaço para se trabalhar com idéias que já transitam pelo mundo dos games.


Sem pé nem cabeça


O grande problema deste jogo é a movimentação da camera que não é tão boa quanto a do nintendo 64 onde vc controla a camera com o botão esquerdo do controle do nintendo 64.


Desta vez não é diferente, ainda mais por tratar de cenário tão singulares como os de SMG, as dimensões ganham nova perspectiva: seja com o personagem de pé ou de cabeça para baixo, a disposição pode mudar, inverter posições são coisas comuns em uma galáxia onde cada planetóide e cada plataforma possui uma dinâmica própria.


Desta vez não é diferente, ainda mais por tratar de cenário tão singulares como os de SMG, as dimensões ganham nova perspectiva: seja com o personagem de pé ou de cabeça para baixo, a disposição pode mudar, inverter posições são coisas comuns em uma galáxia onde cada planetóide e cada plataforma possui uma dinâmica própria.


Super “Marios” Galaxy


Uma boa novidade que SMG apresenta à franquia é a inserção de um modo de jogo multiplayer cooperativo onde dois jogadores podem participar simultaneamente da ação. O co-star mode permite que um jogador controle o Mario, enquanto o outro controla apenas uma mira de estrela (star pointer).


Ao contrário do que possa parecer, o sistema garante grande participação de ambos os jogadores. O segundo jogador, que controla apenas uma mira de estrela, pode coletar as Star Bits e também pode atirar contra inimigos tonteando-os.


Outra vantagem é que o segundo jogador também pode auxiliar Mario na hora dos saltos, se ambos os jogadores pressionarem os botões A ao mesmo tempo o salto de Mário será muito maior do que o normal. Além disso, o usuário que controla a mira de estrela pode atirá-las contra o cenário, destruindo blocos por exemplo.


Este modo é interessante por colocar ambos os usuários ao mesmo tempo na tela e com um objetivo comum.


Faltou motor!


Os gráficos de SMG são um destaque do jogo, coloridos, vibrantes e repletos de humor, no melhor estilo Shigeru Miyamoto. Cenários com design criativo que utiliza-se muito bem da jogabilidade, criando um ambiente de jogo fantástico.


Na realidade, muito pode ser dito a respeito da qualidade dos gráficos do jogo, mesmo ainda que estes não sejam os melhores do console, título este que fica com Metroid Prime 3: Corruption, entretanto o que se deve comentar é a falta de espaço que estes gráficos encontram no Wii.


O console da Nintendo não possui capacidade para suportar grandes efeitos gráficos. Um console criado com uma proposta diferente de seus concorrentes diretos, Xbox 360 e PS3, em nenhum momento foi considerado que um maior cuidado com a parte interna do console poderia trazer mais vantagens a marca.


Talvez por traumas causados com o fraco desempenho dos dois últimos consoles — Nintendo 64 e o GameCube —, que possuíam grande potencial gráfico mas falharam no mercado, a Nintendo tenha mudado a proposta, focando-se quase que exclusivamente na jogabilidade e interatividade de seus jogos.


Isso é uma pena, visto que vários títulos do console poderiam se beneficiar de uma hardware mais poderoso, jogos como Metroid Prime 3: Corruption, o próprio Super Mario Galaxy e Super Paper Mario poderiam mostrar efeitos de luz, texturas e modelagens que aumentariam consideravelmente o grau de imersão do jogador.


Se mesmo com as limitações óbvias do console os desenvolvedores conseguem apresentar gráficos de tamanha qualidade imagine os mesmos títulos rodado em uma máquina à altura. Uma boa comparação é a de um grande piloto em um carro pouco competitivo. O talento é evidente mas as limitações técnicas são contundentes.


Super Mario Orquestra


A trilha sonora é tão fantástica quanto todo o resto do jogo, totalmente orquestrada, a música compõe o universo repleto de vida e cor. Apenas de ser uma trilha diferente da presente em toda a franquia, as músicas são condizentes com o mundo do encanador italiano. Desde a primeira nota você pensa que a música é típica de um jogo do Mario, mesmo que esta seja a primeira vez que você esteja ouvindo algo parecido.


Os efeitos sonoros estão condizentes com todo o jogo, e principalmente com a franquia, em alusões diretas aos primeiros títulos, como os habituais sons de transformação e outras efeitos menores.


As “dublagens”, ou melhor, os sons cacofônicos produzidos pelos personagens, em especial Bowser e dos cogumelos, podem tornar-se incrivelmente irritantes, mas nada que prejudique a apresentação final deste que já é um dos maiores jogos do Wii.



Tudo de “Bowser”


Idealizado e concebido por Shigeru Miyamoto para o Nintendo Wii, talvez apenas isso baste para definir Super Mario Galaxy. Seu pai Miyamoto é um artista que foi obrigado a utilizar o jogos como mídia da sua arte; e do outro lado a Nintendo e seu console Wii proporcionam experiências inéditas.


A união de Miyamoto e Nintendo já rendeu alguns dos melhores e mais populares títulos do mundo dos jogos, tais como Donkey Kong, Super Mario e a saga épica de Zelda.


Com as propriedades originais do console Nintendo Wii, Miyamoto encontrou um terreno fértil onde poderia plantar suas idéias fantásticas, repletas de plataformas, cogumelos e monstros estranhos.


Super Mario Galaxy tem seus problemas, como a câmera pouco cooperativa, a pouca dificuldade — que torna o jogo pouco desafiador — as fases que acabam se tornando repetitivas por utilizarem o mesmo cenário, entre outros problemas técnicos, entretanto nenhum desses problemas afeta a apreciação do título por completo.


Você ficará entretido por horas mesmo depois de terminar o jogo uma vez. São mais de 120 estrelas a serem coletadas, várias galáxias a serem descobertas, além do conteúdo extra, como o livro de histórias, alia-se a isso um multiplayer inteligente que dá nova luz a uma faceta pouco explorada da franquia, o multiplayer cooperativo.
reportagem tirada do site: http://www.baixakijogos.com.br/






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