

A maior parte da trama está presente e mesmo os efeitos foram transpostos de forma bem decente. Além disso, os peculiares controles do Wii acrescentam uma experiência de jogo diferenciada em vários momentos, já que a Atari não se fez de rogada e aproveitou muito bem as funcionalidades características do console.
O “volante” do Wii
Em algumas partes deste jogo quando se usa o carro também pode usar o controle ''volante'' exclusivo do Wii.
A Grande novidade deste jogo é a possibilidade de se usar carro para se locomover mais rapidamente pelas ruas da cidade de Nova York entre os fantasmas e mutantes
Um acabamento menos portentoso.
Talvez uma das coisas em que o Wii não ganhe dos outros consoles desta geração é os gráficos
que não são lá essas coisas
Quase um filme
Não obstante, a versão para Wii ainda mantém uma controversa característica das demais versões: a de facilitar as coisas através de uma espécie de menu de filme. Ao desenvolver o novo Near Death Investigation, a Atari provavelmente pensou em atingir o maior público possível, incluindo até mesmo aqueles jogadores sem muito treino e que, mesmo assim, gostariam de chegar mais perto do desfecho da trama.
Todo o jogo é simplesmente dividido em capítulos, tal qual um DVD de filme. Quem quiser ir direto para o final, pode fazê-lo sem maiores problemas, embora fique sem saber como as coisas foram conduzidas até ali. Também pode-se agora simplesmente ignorar algum trecho particularmente espinhoso, bastando para isso que, novamente, utilize-se o menu.
Embora não seja exatamente o mesmo jogo que desembarcará nas plataformas mais avançadas, Alone in the Dark: Near Death Investigation para Wii ainda mantém a mesma boa trama, tendo espaço ainda para vários e belos efeitos visuais. Além disso, o diferencial trazido pelo Wii-mote e pelo Nunchuck pode garantir alguma diversão extra.
Enfim, mais um jogo que coloca a plataforma da Nintendo em um universo um pouco mais adulto. Fortemente indicado para donos de Wii — sobretudo os que já forem fãs de longa data das desventuras de Edward Carnby.

Um comentário:
Jogos de terror são o máximo!
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