quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Tony Hawk's Proving Ground (XBOX360)


Tony Hawk's Proving Ground essencialmente ocorre em um ambiente de grande abertura que é composta por três localidades do mundo real: Filadélfia, Baltimore e Washington DC. Embora o tamanho e o layout destas cidades estão longe de ser realista, é provável que você note um certo número de domínios que foram modelados em lugares reais.


Diferentemente do último game da série, Tony Hawk's Proving Ground traz uma história um pouco mais sólida, com uma série diálogos entre o seu personagem e os diversos skatistas da cidade (incluindo atletas profissionais como Mike Vallely, Lance Mountain, Jeff King e até o próprio Tony Hawk). Você joga na pele de um skatista comum — criado e personalizado por você, é claro —, que deve escolher quais caminhos tomar ao longo da sua trajetória.


São basicamente três tipos de objetivos que podem ser cumpridos Carreer, Rigger e Hardcore. Cada uma dessas categorias leva a determinado caminho, habilitando manobras e técnicas específicas, assim como novos objetivos na classe específica.


Os objetivos Carreer envolvem participar de campeonatos, aparecer em revistas e vídeos e aprender e aperfeiçoar as manobras que o grande público gosta de ver, como o Nail-the-Trick e os novos Nail-the-Grab e Nail-the-Manual (manobras que utilizam a mesma mecânica do já conhecido Nail-the-Trick, mas com os grabs e manuals). Os skatistas profissionais que representam esta classe no game são Tony Hawk, Bob Burnquist, Nyjah Huston, Arto Saari, Ryan Sheckler e Stevie Willians.


Já os skatistas Rigger são aqueles que vêm potencial para um ótimo lugar para se andar de skate em locais aos quais poucos dariam atenção. A criatividade é o forte deste grupo. As habilidades desta classe envolvem criar novos obstáculos e invadir locais com potencial para se andar de skate. Os Rigger profissionais são Jeff King, Bam Magera, Rodney Mullen, Daweon Song e Vanessa Torres.


Por fim, os skatistas Hardcore, como o próprio nome sugere, são aqueles que só de andar de skate por amor ao esporte. Cicatrizes, machucados e outras marcas no corpo são os seus troféus. Seguir este caminho lhe rende habilidades como o Aggro Kick — embalo especial que lhe faz alcançar velocidades incríveis — e o Check — golpe utilizado para punir qualquer um que ficar entre você e a pista de skate. Os representantes desta classe são Mike Vallely, Lance Mountain, Andrew Reynolds, Dustin Dollin e Jereme Rogers.


Novos e velhos truques. Já nos primeiros momentos, um novo movimento é apresentado, o aggro kick, que consiste em usar a perna para dar mais impulso. Para isso deve se apertar o botão de forma ritmada. Nessa hora, faz falta a funcionalidade de vibração no controle do PlayStation 3, pois o "rumble" ajuda a orientar a hora de apertar o botão. Com isso, pode-se ganhar mais velocidade em locais planos, e isso será necessário para explorar novos caminhos.


Muitos dos novos recursos vão sendo liberados apenas na medida em que se avança pelo roteiro. Por exemplo, o "nail the trick" foi ampliado. Essa funcionalidade apareceu em "Project 8", e servia para fazer flips usando os direcionais, focalizando os pés do atleta em câmera lenta. Agora, o sistema também foi estendido para os grabs e manuals. Não é nenhuma adição inovadora, mas representam mais opções para fazer as manobras.Agora, também é possível colocar a retirar objetos dos cenários. Assim, o usuário pode criar novos pontos para fazer manobras.


Pode ser uma boa notícia para quem gosta de editar - a ferramenta, porém, não é muito funcional -, mas um tormento para outros. Esses vão detestar ler que um dos arcos de história praticamente depende desse recurso. O jogador também tem um espaço próprio para montar sua pista de skate, cujas peças vão sendo acrescentadas com a evolução dentro do jogo. É como se fosse um "create-a-park" dentro do modo de campanha.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Motor Storm (PS3)


Motor Storm é um brutal jogo de corridas, feito exclusivamente para o Ps3.É um jogo fixado no deserto, onde os jogadores não só tem o objetvo de ganhar mas também o de
sobreviver.

A Evolution Studios criou uma verdadeira experiência de próxima geração, em que a jogabilidade é mais esperta e mais agressiva, com carros e cenários totalmente destrutíveis, e com uma paisagem muito detalhada.

O A.I. (artificial intelligence) será capaz de analisar a corrida e imediações e reagir de forma o mais realista possível. Não só a concorrência vai tentar ganhar a corrida a todo o custo, mas a AI vai reagir a situações realistas, tais como a localização das melhores rotas e mudar o nível de agressividade de condução baseado em ações jogador.

Em breve teremos videos,aguarde!!!


terça-feira, 4 de novembro de 2008

Winning Eleven...

WE 1 e 2 não encontrados.
Playstation 1:

Winning Eleven 3:

Winning Eleven 4:




Playstation 2:

Winning Eleven 5:



Winning Eleven 6:





Winning Eleven 7:



Winning Eleven 8:





winning eleven 9:




winning eleven 10:

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Mario Strikers Charged (Wii)

Mario Strikers Charged Wii




Como ocorre na maioria de jogos de esporte envolvendo o mais famoso personagem da Nintendo, Mario, o game Mario Strikers Charged (MSC) não escapa: a loucura está fortemente presente. O título Super Mario Strikers, para GameCube, foi encarado por muitos como um jogo legal, mas não muito intenso quanto o estilo prometia. MSC chegou ao Nintendo Wii para mudar essa perspectiva.


Visto por muitos como uma seqüência do game do GameCube, MSC é fruto de um excelente trabalho dos desenvolvedores da Next Level Games. A adrenalina do game é algo contagiante, visto que o foco é menos no futebol e mais na rapidez e insanidade de habilidades, tanto no uso de itens e dispositivos especiais quanto no domínio geral da jogabilidade do título.

Jogadas malucas

Os jogadores iniciam sua experiência em MSC selecionando um capitão para seu time de acordo com as opções oferecidas, formadas por personagens essenciais nos games de Mario, como o próprio encanador, Luigi, Koopa, Princesa e Wario. Ao todo, são 12 capitães, cada um com suas respectivas habilidades e atributos: movimento, chute, passe e defesa.

Então, o gamer tem a possibilidade de escolher os três integrantes restantes de sua equipe, através de um elenco de personagens menos importantes na série de jogos de Mario, como o cogumelo Toad, por exemplo. Diferentemente do que ocorre no jogo para GameCube, em MSC o jogador consegue diferenciar os companheiros, sendo que cada um possui características específicas mais fortes, como força ou velocidade.

Os três figurantes secundários do time são essenciais para a realização de gols, mas seus chutes não são nada comparados aos do capitão. Cada personagem possui tipos de drible diferentes, o que influencia bastante na escolha dos personagens para o time, visto que o ideal é um balanço entre as habilidades dos participantes.

Alguns exemplos interessantes são os Hammer Brothers, que possuem a habilidade de atirar martelos no oponente à sua frente para então chutar a bola. Em conflito direto com o goleiro (o famoso jacaré maligno), não há nada que possa impedir a realização de gols com esses curiosos personagens. Boo, por exemplo, consegue ficar transparente e, se comandado sabiamente pelo gamer, pode atravessar o goleiro e facilmente marcar um ponto.

Uma ótima combinação de adrenalina e uso dos controles do Wii

Planejar rapidamente jogadas elaboradas é algo que o player deve dominar na medida em que avança durante as partidas de MSC. Balançar o Wii Remote é algo que os jogadores realizam a todo o momento para evitar o domínio de bola dos adversários. Como assim, balançar o Wii Remote? Simplesmente é realizar uma “trombada” contra o oponente, nocauteando-o por alguns segundos, deixando-o sem ação e, logicamente, sem a bola por alguns momentos.

Para aumentar o caos, há vários itens úteis que possibilitam tanto o impedimento de movimentos adversários quanto um “power-up” do personagem controlado pelo gamer na ocasião. Itens como a famosa estrelinha e os cascos de tartaruga aparecem em MSC, além do item mais expressivo de todos: o “especial” do capitão. Cada capitão possui um item especial diferente, na maioria das vezes causando impacto a todos os oponentes que o circulam.

Além disso, o cenário contribui fortemente para aumentar os desafios do jogo. Alguns são plenamente estáticos, enquanto outros ambientes propiciam obstáculos fortes e inesperados, como bolas de lava flamejantes que invadem a quadra a toda a velocidade, destruindo tudo em seu caminho. A surpresa pode ser grande ao encontrar cenários diferenciados, já que há diferenças bastante expressivas, como a falta de muros delimitadores em uma determinada quadra, por exemplo.

Modo multiplayer simplesmente único

Os modos singleplayer de MSC são simples, já que não passam de desafios abordados de poucas maneiras diferentes: Versus Mode, Challenge Mode (série de desafios executados em diferentes cenários) e Road to the Strikers Cup (onde o jogador forma um time e se diverte através de diferentes torneios). A dificuldade encontrada combatendo a inteligência artificial é um tanto radical, visto que é altamente extremista: ou muito fácil, ou ridiculamente difícil.

Já o modo multiplayer apresenta desafios completamente mais satisfatórios. Até quatro jogadores podem embarcar na pancadaria tanto online (dois em cada lado) quanto na própria plataforma. O modo online é espetacular, mas os jogadores do Brasil podem encontrar problemas na conexão, visto que a distância entre os países influencia bastante no desenrolar da partida. Com isso, poucas partidas são encontradas, e o famoso lag (atraso na conexão) aparece algumas vezes para chatear os gamers.


domingo, 19 de outubro de 2008

Disaster: Day of Crisis (Wii)


Disaster: Day of Crysis foi publicado no site oficial da Nintendo japonesa, contendo diversos dados inéditos. Tudo indica que teremos um game com um sucesso estrondoso, devido à intensidade de seus eventos e por ser um dos poucos títulos com muita ação no Nintendo Wii. Prepare-se, pois tsunamis e vários outros desastres naturais estão chegando à sua tela!


A dura vida de Raymond


Você encarnará Raymond Price, um ex-membro de um batalhão de resgate que desistiu de sua carreira após falhar no salvamento de Steve, seu parceiro e amigo de longa data. Um ano após os acontecimentos, Ray trabalha pacificamente em sua cidade até que recebe a notícia de que outro desastre em potencial está prestes a se consolidar.


Desta vez, o evento envolve Lisa, uma garota seqüestrada por um misterioso grupo armado. Coincidentemente a vítima também é a irmã mais nova de Steve, e corre sérios riscos de vida. Raymond decide então iniciar um novo resgate, mas, desta vez, terá de enfrentar tsunamis, terremotos, incêndios, inundações e furacões, além, é claro, dos terríveis seqüestradores.


Controles realmente intuitivos


O título irá enfocar três objetivos: sobreviver em meio aos desastres, salvar civis e combater o grupo armado responsável pela apreensão de Lisa.


Para continuar a viver, você terá de utilizar habilmente os joysticks do Nintendo Wii. O domínio sob o Wii Remote e o Nunchuk será essencial para escapar dos diversos acontecimentos que ocorrem subitamente no jogo.


Diversos comandos baseados em movimentos que simulam as ações reais de Raymond terão de ser executados. Quando suas roupas pegarem fogo, por exemplo, você terá de sacudir o Wii Remote e o Nunchuk para se livrar das chamas. Além disso, você também pode inclinar o Wii Remote para alcançar e agarrar vítimas dependuradas em beiradas perigosas. Embaixo d’água a ação serve para se esquivar de obstáculos.


A combinação de movimentos de ambos os periféricos também é útil para eventos baseados em minigames. Um belo exemplo disso são os momentos em que terremotos e tsunamis atingem a cidade. Caso isso aconteça, você terá de agitar os joysticks como se estivesse correndo, fazendo com que Ray escape de objetos em queda e de ondas perigosas. Além disso, existem ocasiões em que se devem levantar ambos os periféricos para que o protagonista salte sobre precipícios.


Instrumentos de resgate


Os botões também terão boas utilidades em Disaster: Day of Crysis. O botão “Z” será a tecla responsável por desempenhar as ações de contexto, que devem ser acionadas em momentos pré-determinados. Após inalar muita fumaça de um local de incêndio, você terá de pressionar “Z” para que Ray respire profundamente e restaure sua saúde. Além disso, você também terá de utilizar o botão para gritar e verificar se alguém precisa de ajuda. Um ícone no canto inferior esquerdo da tela irá sancionar quais ações o botão irá desempenhar.


Além dos desastres que ocorrem freqüentemente na cidade, você também terá de desempenhar o bom samaritano e ajudar outras vítimas. Isso irá lhe render pontos de habilidade, que podem ser utilizados para aprimorar as habilidades de Raymond. Até o momento, os atributos não foram divulgados, mas acredita-se que características como velocidade e força poderão ser ampliados.


A Nintendo apresentou também uma nova utilidade para o Wii Remote em Disaster: Day of Crysis: a possibilidade de fornecer massagens cardíacas. Caso alguém se torne inconsciente e você esteja tentando reanimá-lo, será necessário segurar o Wii Remote horizontalmente e movê-lo para cima e para baixo conforme indicarão as instruções na tela.
Este é um ótimo jogo de aventura e de ação, o gráfico nem parece que é do Wii são ótimos.
Pena que não é um jogo que se pode jogar na wifi, mas é um jogo muito longo e você pode usar carros nessa grande aventura, o que eu achei mais legal. O controle de seu personagem também é muito bom.

sábado, 11 de outubro de 2008

Principais acessórios da Nintendo Wii

Aqui veremos os acessórios principais da Nintendo Wii:

Os mais usados:
Wii remote: Também conhecido como wiimote é o controle principal da Nintendo Wii. Pode também ser chamado de freehand. Wii Remote é o coração do Wii.

Ele é um comando que capta os movimentos que o jogador faz ao movê-lo, através de um giroscópio.

Além disso, ele terá com sistema de vibração e um pequeno alto-falante que emitirá sons mais simples e próximos, como o bater da espada ou o som de um tiro.

O comando possui na parte de baixo uma porta de expansão para que sejam ligados alguns periféricos, entre eles o mais famoso, o Nunchuk.








Nunchuck: Desenhado para caber perfeitamente na mão do jogador, o Nunchuk é conectado por porta de expansão ao Wii Remote e usado juntamente a ele.



O Nunchuk possui a mesma tecnologia de controle por movimento usada Wiimote, mas inclui também um controle analógico para auxiliar a execução do movimento do personagem. Em diversos jogos, os jogadores podem usar o controle analógico do Nunchuk para mover seus personagens e o Wiimote para executar uma ação específica, por exemplo, se está fazendo um passe no futebol americano ou mirando uma arma. Junto com o controle analógico, o Nunchuk também contém dois botões posicionados para um fácil acesso.











Classic Control: A corda do Controle Clássico vem de baixo ao invés do topo do controle (uma configuração partilhada pelo controle do Dreamcast). O controle Clássico contém fendas em suas costas, que se abrem por um botão retangular no topo do controle, presumidamente pela junção do controle com algo mais.



Durante a E3 2006, Nintendo introduziu o Controle Clássico (modelo número RVL-005), que pluga ao Wii Remote via uma corda em um estilo similar ao do Nunchuk.[1] Ele contém dois com dois direcionais analógicos e dois botões extras no ombro: o botão ZL e os botões ZR, usados para replicar o botão Z encontrado no controle do Nintendo GameCube. A configuração toda é similar ao outros controles dos consoles maiores da sétima geração.




Para jogar jogos de corridas como Mario Kart também possui o controle chamado wiiwheel que é também muito divertido.Além desses existem outros também...

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Mario Galaxy (Wii)


Criado em 1981 pelo artista japonês Shigeru Miyamoto, Mario tornou-se o mascote oficial da Nintendo após uma estréia arrebatadora. Originalmente criado para jogos de plataforma, o personagem logo conquistou outros gêneros e aumentou seu elenco de coadjuvantes.


Cerca de 100 jogos e muitos anos depois, o encanador italiano — que já estrelou desenhos e filmes — retorna ao gênero que o tornou uma estrela e redefine o gênero criando um impacto tão grande quanto o do seu lançamento original.


Aguardado como um dos melhores títulos do Wii, Super Mario Galaxy utiliza-se do sistema de controle único do console de última geração da Nintendo e, principalmente, da mente fértil de seu criador, Shigeru Miyamoto, para criar um jogo que brinca com as leis da física e coloca toda a habilidade atlética do bigodudo mais conhecido do mundo.


Seqüência direta de Super Mario Sunshine, para o GameCube, o Galaxy é o segundo título da franquia para o Wii, sendo que o Mario já havia aparecido em outros títulos como Wario Ware e como protagonista em Super Paper Mario.


A estréia oficial no novo console vem em grande estilo, com muitas novidades, gráficos de qualidade, trilha sonora orquestrada e jogabilidade revitalizada. Super Mario Galaxy destaca-se como um dos melhores títulos do ano para o Nintento Wii.


Super Mario Galaxy coloca o gênero de plataforma em nova perspectiva. Os cenários esféricos, a manipulação da gravidade e a brincadeira inteligente com os conceitos de “para cima” e “para baixo”, fazem de Galaxy um verdadeiro jogo de plataforma, você passará horas pulando de bloco em bloco, planeta em planeta e o mais interessante é ver como o personagem comporta-se em cada um dos cenários.


Os cenário esféricos, ou circulares, não são nenhuma grande novidade no mundo dos jogos, sendo que já apareceram em títulos como o recente Rachet & Clank e até mesmo em jogos mais antigos, como nos estrelados pelo arqui-rival do encanador italiano: o porco-espinho Sonic.


Entretanto, fica claro que SMG utiliza a jogabilidade patenteada do bigodudo para transformar tais cenários em uma galáxia de possibilidades. Correndo em uma parede ou saltando na imensidão do espaço, Mario brinca com as leis da física mostrando que há espaço para se trabalhar com idéias que já transitam pelo mundo dos games.


Sem pé nem cabeça


O grande problema deste jogo é a movimentação da camera que não é tão boa quanto a do nintendo 64 onde vc controla a camera com o botão esquerdo do controle do nintendo 64.


Desta vez não é diferente, ainda mais por tratar de cenário tão singulares como os de SMG, as dimensões ganham nova perspectiva: seja com o personagem de pé ou de cabeça para baixo, a disposição pode mudar, inverter posições são coisas comuns em uma galáxia onde cada planetóide e cada plataforma possui uma dinâmica própria.


Desta vez não é diferente, ainda mais por tratar de cenário tão singulares como os de SMG, as dimensões ganham nova perspectiva: seja com o personagem de pé ou de cabeça para baixo, a disposição pode mudar, inverter posições são coisas comuns em uma galáxia onde cada planetóide e cada plataforma possui uma dinâmica própria.


Super “Marios” Galaxy


Uma boa novidade que SMG apresenta à franquia é a inserção de um modo de jogo multiplayer cooperativo onde dois jogadores podem participar simultaneamente da ação. O co-star mode permite que um jogador controle o Mario, enquanto o outro controla apenas uma mira de estrela (star pointer).


Ao contrário do que possa parecer, o sistema garante grande participação de ambos os jogadores. O segundo jogador, que controla apenas uma mira de estrela, pode coletar as Star Bits e também pode atirar contra inimigos tonteando-os.


Outra vantagem é que o segundo jogador também pode auxiliar Mario na hora dos saltos, se ambos os jogadores pressionarem os botões A ao mesmo tempo o salto de Mário será muito maior do que o normal. Além disso, o usuário que controla a mira de estrela pode atirá-las contra o cenário, destruindo blocos por exemplo.


Este modo é interessante por colocar ambos os usuários ao mesmo tempo na tela e com um objetivo comum.


Faltou motor!


Os gráficos de SMG são um destaque do jogo, coloridos, vibrantes e repletos de humor, no melhor estilo Shigeru Miyamoto. Cenários com design criativo que utiliza-se muito bem da jogabilidade, criando um ambiente de jogo fantástico.


Na realidade, muito pode ser dito a respeito da qualidade dos gráficos do jogo, mesmo ainda que estes não sejam os melhores do console, título este que fica com Metroid Prime 3: Corruption, entretanto o que se deve comentar é a falta de espaço que estes gráficos encontram no Wii.


O console da Nintendo não possui capacidade para suportar grandes efeitos gráficos. Um console criado com uma proposta diferente de seus concorrentes diretos, Xbox 360 e PS3, em nenhum momento foi considerado que um maior cuidado com a parte interna do console poderia trazer mais vantagens a marca.


Talvez por traumas causados com o fraco desempenho dos dois últimos consoles — Nintendo 64 e o GameCube —, que possuíam grande potencial gráfico mas falharam no mercado, a Nintendo tenha mudado a proposta, focando-se quase que exclusivamente na jogabilidade e interatividade de seus jogos.


Isso é uma pena, visto que vários títulos do console poderiam se beneficiar de uma hardware mais poderoso, jogos como Metroid Prime 3: Corruption, o próprio Super Mario Galaxy e Super Paper Mario poderiam mostrar efeitos de luz, texturas e modelagens que aumentariam consideravelmente o grau de imersão do jogador.


Se mesmo com as limitações óbvias do console os desenvolvedores conseguem apresentar gráficos de tamanha qualidade imagine os mesmos títulos rodado em uma máquina à altura. Uma boa comparação é a de um grande piloto em um carro pouco competitivo. O talento é evidente mas as limitações técnicas são contundentes.


Super Mario Orquestra


A trilha sonora é tão fantástica quanto todo o resto do jogo, totalmente orquestrada, a música compõe o universo repleto de vida e cor. Apenas de ser uma trilha diferente da presente em toda a franquia, as músicas são condizentes com o mundo do encanador italiano. Desde a primeira nota você pensa que a música é típica de um jogo do Mario, mesmo que esta seja a primeira vez que você esteja ouvindo algo parecido.


Os efeitos sonoros estão condizentes com todo o jogo, e principalmente com a franquia, em alusões diretas aos primeiros títulos, como os habituais sons de transformação e outras efeitos menores.


As “dublagens”, ou melhor, os sons cacofônicos produzidos pelos personagens, em especial Bowser e dos cogumelos, podem tornar-se incrivelmente irritantes, mas nada que prejudique a apresentação final deste que já é um dos maiores jogos do Wii.



Tudo de “Bowser”


Idealizado e concebido por Shigeru Miyamoto para o Nintendo Wii, talvez apenas isso baste para definir Super Mario Galaxy. Seu pai Miyamoto é um artista que foi obrigado a utilizar o jogos como mídia da sua arte; e do outro lado a Nintendo e seu console Wii proporcionam experiências inéditas.


A união de Miyamoto e Nintendo já rendeu alguns dos melhores e mais populares títulos do mundo dos jogos, tais como Donkey Kong, Super Mario e a saga épica de Zelda.


Com as propriedades originais do console Nintendo Wii, Miyamoto encontrou um terreno fértil onde poderia plantar suas idéias fantásticas, repletas de plataformas, cogumelos e monstros estranhos.


Super Mario Galaxy tem seus problemas, como a câmera pouco cooperativa, a pouca dificuldade — que torna o jogo pouco desafiador — as fases que acabam se tornando repetitivas por utilizarem o mesmo cenário, entre outros problemas técnicos, entretanto nenhum desses problemas afeta a apreciação do título por completo.


Você ficará entretido por horas mesmo depois de terminar o jogo uma vez. São mais de 120 estrelas a serem coletadas, várias galáxias a serem descobertas, além do conteúdo extra, como o livro de histórias, alia-se a isso um multiplayer inteligente que dá nova luz a uma faceta pouco explorada da franquia, o multiplayer cooperativo.
reportagem tirada do site: http://www.baixakijogos.com.br/






segunda-feira, 22 de setembro de 2008

BattleField Bad Company (XBOX 360)


O primeiro jogo BattleField foi lançado em 2002 e possui seus fãs até hoje


Entretanto, apesar de a franquia Battlefield já ter passado por diversas guerras, tais como a já citada Segunda Guerra Mundial, o combate do Vietnam (Battlefield Vietnam), batalhas nos dias atuais (Battlefield 2) e até futuristas, como Battlefield 2142, a série manteve-se somente no modo multiplayer até sua chegada aos consoles, com Battlefield 2: Modern Combat.


A companhia classe B.


Na história apresentada em Battlefield: Bad Company, o jogador entra na pele de um soldado do exército norte-americano que é enviado para a Companhia B, uma divisão para a qual o exército envia apenas os seus piores soldados.


Após um soldado cometer um crime muito brutal para o exército, ao invés de ele ser preso ou mesmo sentenciado à pena de morte, é encaminhado para a Companhia B, conhecida entre os militares como “Bad Company”, ou Companhia dos Maus (livre tradução).


Lá, os piores soldados do exército prestam missões quase impossíveis para seu país, afinal são soldados que não representam grandes perdas para o exército. Caso um desses soldados morra, portanto, não fará diferença para o exército.


Preston Marlowe, o protagonista, foi enviado à Companhia por roubar um dos helicópteros de sua base e cair com ele, danificando tanto o veículo como a limusine de um general.


Ao chegar à nova Divisão, conforme regem as normas de hierarquia do exército, Marlowe bate continência ao sargento Samuel D. Redford, que responde de maneira displicente, dizendo que o Marlowe deve deixar de lado essas baboseiras de continências e de “senhor, sim senhor”.


Os outros membros do esquadrão são Terrence Sweetwater — que foi mandado para ela devido a um vírus que instalou na rede de segurança militar — e Haggard, enviado a companhia após um incidente definido como “uso indiscriminado de explosivos”.


O enredo do jogo conta com um humor muito ácido. Seus companheiros de equipe têm sempre a idéia genial de mandá-lo na frente, pois você é o novato e eles preferem que você morra, e não eles.


Além disso, piadinhas dignas de uma mentalidade estúpida estão sempre presentes nas conversas de seus parceiros, que agem sempre de maneira displicente e sem a menor gota de equilíbrio psicológico.


Além deste jogo possuir um ótimo gráfico e ótima jogabilidade, possui um foco que nenhum outro jogo já teve: a maior parte de seu cenário é destrutível.


O audio deste jogo é 10, é ótimo.Principalmente em explosões de granada e outros.


Já a mira deste jogo não é lá muito boa, é um pouco difícil de controlar.


Modo multiplayer


Além disso, piadinhas dignas de uma mentalidade estúpida estão sempre presentes nas conversas de seus parceiros, que agem sempre de maneira displicente e sem a menor gota de equilíbrio psicológico.


O modo multiplayer de Battlefield entra nesse caso. O jogo faz tanto sucesso desde seu lançamento em 2002 que mudar acarreta o risco de uma grande decadência, como foi o caso em Battlefield 2 e Battlefield 2142, títulos nos quais a DICE decidiu mudar a ambientação típica da série e se deu mal.


Portanto, ao iniciar o modo multiplayer de Battlefield: Bad Company, é um alívio encontrar o mesmo sistema de Battlefield Vietnam ou Battlefield 1942, porém se passando nos dias atuais e com gráficos aperfeiçoados.


Não há grandes críticas ao modo. Quem ama Battlefield vai se sentir em casa jogando a primeira versão multiplayer para consoles da franquia. Mas é muito importante advertir que os analógicos nunca serão capazes de substituir o mouse e o teclado.



Alone in The Dark (Wii)




A maior parte da trama está presente e mesmo os efeitos foram transpostos de forma bem decente. Além disso, os peculiares controles do Wii acrescentam uma experiência de jogo diferenciada em vários momentos, já que a Atari não se fez de rogada e aproveitou muito bem as funcionalidades características do console.




O “volante” do Wii

Em algumas partes deste jogo quando se usa o carro também pode usar o controle ''volante'' exclusivo do Wii.

A Grande novidade deste jogo é a possibilidade de se usar carro para se locomover mais rapidamente pelas ruas da cidade de Nova York entre os fantasmas e mutantes

Um acabamento menos portentoso.

Talvez uma das coisas em que o Wii não ganhe dos outros consoles desta geração é os gráficos
que não são lá essas coisas




Quase um filme


Não obstante, a versão para Wii ainda mantém uma controversa característica das demais versões: a de facilitar as coisas através de uma espécie de menu de filme. Ao desenvolver o novo Near Death Investigation, a Atari provavelmente pensou em atingir o maior público possível, incluindo até mesmo aqueles jogadores sem muito treino e que, mesmo assim, gostariam de chegar mais perto do desfecho da trama.


Todo o jogo é simplesmente dividido em capítulos, tal qual um DVD de filme. Quem quiser ir direto para o final, pode fazê-lo sem maiores problemas, embora fique sem saber como as coisas foram conduzidas até ali. Também pode-se agora simplesmente ignorar algum trecho particularmente espinhoso, bastando para isso que, novamente, utilize-se o menu.


Embora não seja exatamente o mesmo jogo que desembarcará nas plataformas mais avançadas, Alone in the Dark: Near Death Investigation para Wii ainda mantém a mesma boa trama, tendo espaço ainda para vários e belos efeitos visuais. Além disso, o diferencial trazido pelo Wii-mote e pelo Nunchuck pode garantir alguma diversão extra.


Enfim, mais um jogo que coloca a plataforma da Nintendo em um universo um pouco mais adulto. Fortemente indicado para donos de Wii — sobretudo os que já forem fãs de longa data das desventuras de Edward Carnby.

PS3 e suas funções.


Playstation 3 (PS3) é o terceiro video game produzido pela SONY. O PS3 tem como seu concorrente atualmente o Microsoft XBOX 360 e o Wii.

A sua maior função é o seu serviço de jogos online, na internet do PS3 pode-se comprar jogos .

O PS3 é o único que possui mídia Blu-Ray Disc que pode armazenar até 45 GB.


O PS3 foi lançado no Japão no dia 11 de novembro de 2006 e dia 17 de novembro de 2006 na América do Norte.


Quando o PS3 foi lançado tinha já 12 titulos entre eles o Resistance:Fall of Man que tinha sido o mais vendido naquele ano.


Playstation Network



Em resposta ao sucesso da rede Xbox live da Microsoft, a Sony anunciou um serviço online unificado para o console PlayStation 3 no congresso PlayStation Business Briefing de 2006 em Toquio; o serviço foi dado o título de "PlayStation Network Platform". Sony confirmou que o serviço será sempre conectado, gratuito e incluirá suporte multiplayer. Entretanto, desenvolvedores estarão livres para cobrar uma taxa de subscrição (assinatura), assim como é comum em jogos MMO.


DIFERENÇAS


Em adição à todas as funções do modelo de 20 GB, o modelo de 60 GB tem um Wi-Fi IEEE 802.11 b/g interno, múltiplos leitores de cartão flash (SD/MultiMedia Card, CompactFlash, Memory Stick) e um enfeite cromado. Em termos de hardware, o modelo de 80 GB lançado na Coréia é identico ao modelo de 60 GB lançado nos território europeu, exceto pela diferença no tamanho do disco rígido. Assim com os modelos coreano e europeu, o modelo de 80 GB norte-americano também excluiu o chip Emotion Engine do PlayStation 2, ao invés fornecendo compatibilidade com os jogos de PlayStation 2 via emulação de software, desse modo reduzindo o nível de compatibilidade. O modelo de 40 GB não apresenta qualquer compatibilidade anterior com os títulos do PlayStation 2, tem duas portas USB ao invés de quatro em outros modelos e não inclui uma porta de múltiplos cartões.


Entre os outros consoles que lançaram no mesmo ano que o PS3, todos perderam em relação a gráficos.


Crítica: não há jogos tão divertidos como Wii.


NOTA: 9,7
Reportagem tirada de: wikipedia.org

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Mario Kart (Wii)



Mario Kart Wii marca a estréia do jogo de kart mais maluco no console de nova geração da Nintendo, o Wii. Estrelando novamente toda a turma do bigodudo mais carismático do mundo dos videogames, a série pretende alcançar vôos mais audazes ao permitir competições online!


Partindo do conceito que um número maior de jogadores resulta em mais diversão, o jogo apimenta a fórmula da franquia, destinada a entreter os jogadores com corridas insanas, as quais são ainda mais divertidas quando jogadas em multiplayer. Vale ressaltar que o modo de batalha também tem presença garantida.


Em Mario Kart, você deve pisar fundo para chegar em primeiro lugar, além de coletar itens indispensáveis para garantir a sobrevivência e sucesso nos circuitos. Tais objetos ― como cascas de bananas, cogumelos e cascos de tartaruga ― são capazes de detonar os adversários ou também protegê-lo de armadilhas ou ataques.


Toda a turma do universo Mario está de volta, mas agora com gráficos mais trabalhados, pistas novas e um atrativo exclusivo que acompanha o jogo: o wiiwheel, um volante no qual é acoplado o controle wiimote. O uso deste acessório promete tornar o jogo mais acessível para qualquer nível de jogador, levando o clássico consagrado a outros patamares.
Para quem comprou o wii agora, este é um ótimo jogo para começar!
Possui também uma ótima jogabilidade.



sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Metal Gear Solid 4:Guns of Patriots (PS3)


"Guns of the Patriots" é o primeiro jogo de "Metal Gear Solid" para o PlayStation 3. O subtítulo faz referência à sociedade secreta que aparece no segundo episódio.


De acordo com o produtor Hideo Kojima, a aventura para o console nova geração da Sony mostrará um nível de realismo jamais visto. O personagem principal, que se supõe ser Solid Snake, está no meio de uma guerra. É impressionante o nível de detalhes do modelo poligonal, com expressões bem realistas e uma intrincada estrutura nas roupas e nas armas do personagem.


"Guns of the Patriots" acontece depois de "Metal Gear Solid 2" e o personagem já está grisalho. Sua roupa ficou um pouco mais futurista, apesar de ainda lembrar o Snake do primeiro e segundo episódios. "Metal Gear Solid 3" se passa na década de 60 e é anterior aos outros capítulos.


Um dos equipamentos do protagonista é um tapa-olho futurista, que mostra imagens de satélite e permite enxergar mais longe. Snake será auxiliado por um robô-assistente, de nome Metal Gear Mark II. Ele apareceu pela primeira vez em "Snatcher", um adventure gráfico criado por Kojima em 1988. O amigo Otacon controla o robô ajuda a distância.


Na guerra urbana em que Snake foi parar, ele passa a ser perseguido também por unidades de Metal Gear, cujo degin lembra os do modelo que apareceu no primeiro capítulo, o Rex. Quando um destes robôs encontra o herói, dispara ataques que pulverizam seu esconderijo. Como havia dito o diretor em eventos anteriores, parece não haver lugar para se esconder, pelo menos, por muito tempo.


Outra novidade são os muitos elementos de tiro em primeira pessoa, além de fazer referências a diversos maneirismos do gênero. Mas trata-se apenas de mais uma brincadeira do diretor Hideo Kojima.


Naturalmente, não poderiam faltar as inúmeras piadas. Numa delas, presente no primeiro trailer do jogo, Snake entra naquele famoso demo dos patinhos da Sony, seguido pelo vídeo de "Killzone" para PlayStation 3. Otacon diz que Metal Gear Mark II é equipado com processador Cell, o mesmo do PlayStation 3. E deixa duas mensagens: que o Cell é a chave para vencer a guerra dos consoles e que "Metal Gear Solid 4" vai valer a espera.


"Metal Gear Solid 4: Guns of Patriots" é um jogo exclusivo para PlayStation 3 e será o último dirigido pelo criador Hideo Kojima.

Tomb Raider Underworld (PS3)


Tomb Raider: Underworld é o oitavo título da popular série de jogos de aventura, estrelados pela musa virtual Lara Croft. Desenvolvido pela Crystal Dynamics, o jogo é a continuação direta de Tomb Raider: Legend, dando seqüência à trama iniciado no título anterior.

O jogo tem como cenário principal as ruínas do sul do México, onde Lara Croft, renomada arqueóloga britânica, descobre uma série de portais inter dimensionais que a levam para o underworld. Esses portais permanecem abertos por apenas cinco dias, registrados no calendário Maia como Wayeb'.

Entre outras locações estão a Austrália, a misteriosa Ilha de Páscoa, Roma, o Vaticano a região da Mesopotâmia e o Triângulo Dourado, área que compreende os países de Myanmar (Vietnã, Laos e Tailândia), além de uma versão remodelada da Mansão Croft, lar da bela protagonista do jogo.

O jogo conta com gráficos e jogabilidade renovadas, que marcam o terceiro título da franquia para os consoles de sétima geração, sendo Tomb Raider: Legend e Tomb Raider: Anniversary (ambos para o Xbox 360), os outros dois jogos.

Cenários interativos e inteligentes, um novo sistema de combate e itens multifuncionais, e remodelagem completa da personagem principal são apenas algumas das novidades que Underworld apresenta a franquia.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Ratchet & Clank Future: Tools of Destruction (PS3)


A franquia Ratchet & Clank vem fazendo sucesso já há algum tempo: iniciada no PlayStation 2 com Ratchet & Clank, lançado em 2002, após o sucesso deste primeiro título, a Sony produziu Ratchet & Clank: Going Commando, Ratchet & Clank: Up Your Arsenal e Ratchet & Clank: Deadlocked, todos para o Playstation 2.

Com Ratchet & Clank: Size Matters, a série que já acumulava uma boa quantidade de fãs adentrou o universo do PSP (PlayStation Portable), o console portátil da Sony, e em 17 de junho de 2008 Secret Agent Clank foi lançado também para o portátil.


Apesar do nome variar, o título segue a história da série, porém desta vez Ratchet foi aprisionado e cabe a Clank resgatá-lo da base inimiga. Com Ratchet & Clank Future: Tools of Destruction, a franquia deu seu primeiro passo na nova geração de videogames, chegando ao PlayStation 3.




Agora é a vez de Clank ser resgatado!


Como já foi dito acima, em Secret Agent Clank, o jogador controlava — na maior parte do tempo — o robô Clank, numa missão para resgatar seu amigo e parceiro Ratchet. Em Quest for Booty, entretanto, os papéis se invertem.


Agora, quem precisa ser salvo — desta vez das garras de um terrível pirata — é Clank, e para isso Ratchet deverá buscar as pistas por toda a ilha. Para isso, o herói deverá penetrar cavernas escuras e úmidas, usando novas habilidades criadas especialmente para este jogo.

O título será mais curto que a maioria, durando cerca de três a quatro horas de aventura. Porém para compensar a duração diminuta, o título estará disponível somente para download através da PlayStation Network, custando US$ 14,99, cerca de R$ 25,00, pela cotação do dólar no dia em que esta prévia foi escrita.


Se as promessas da Insomniac e a Sony estiverem dizendo a verdade ao afirmar que o jogo chamará tanta atenção quanto seu antecessor, Tools of Destruction, o preço será um atrativo e tanto para os donos de PlayStation 3, principalmente os que amam a franquia do lombax Ratchet e seu amigo robótico, Clank.




Novas habilidades e recursos

Usando sua chave inglesa, Ratchet agora pode carregar itens encontrados pelo cenário, além de diversas outras possibilidades. Utilizando a ferramenta, Ratchet pode ainda atingir locais do cenário que estão fora de seu alcance.


O jogo traz de volta a habilidade de correr em cabos chamada rail-sliding, inaugurada em Tools of Destruction, e integra a ela a possibilidade de usar uma espécie de gancho para içar Ratchet pelo cenário. A engine (motor de jogo) de Quest for Booty é a mesma de Tools of Destruction, sofrendo algumas leves modificações para habilitar as novas possibilidades desta versão.

Def Jam Icon Ps3 e Xbox 360


A influência do hip-hop e de suas grandes celebridades na cultura popular norte americana é evidenciada por produtos como "Def Jam: Icon". O terceiro "Def Jam" é uma investida da produtora musical homônima, especializada no gênero hip-hop e responsável pela revelação de muitos nomes da black music contemporânea.


Não por coincidência, em "Icon" você joga com alguns dos mais populares rappers norte-americanos, enquanto a pancadaria rola solta ao som de músicas já bastante disseminadas ou inéditas. O jogo também marca a chegada da série à nova geração de consoles, trazendo novidades que, aparentemente, são interessantes o suficiente para chamar a atenção de jogadores que nunca deram a mínima para o hip-hop. Contudo, deixa a inevitável impressão de que se trata de um jogo incompleto.


Embora "Icon" seja um jogo de luta, sua modalidade principal traz uma história dividida em pequenas e esporádicas seqüências animadas, que carregam aquele clima de cinema americano. Você começa como um indivíduo qualquer, que se envolve com um grande produtor de hip-hop e aos poucos vai ganhando sua confiança, passando a exercer uma função similar.


No começo, quase não há grana, sua moradia é uma espelunca e suas roupas fariam qualquer um confundí-lo com um marginal. Através de um computador, você recebe e-mails com tarefas de seu mentor, reclamações e exigências dos artistas com os quais está trabalhando etc. Além disso, tem um controle administrativo bastante limitado de seus artistas, podendo investir dinheiro em músicas, que refletem em suas posições nas paradas da Billboard, que também podem ser consultadas através do computador.


Embora seja interessante investir em talentos, vê-los subindo nas paradas e receber o retorno financeiro, tudo é muito automático. Mesmo que você não invista um tostão em uma música, provavelmente verá seu nome nas paradas e receberá um bom capital pelo seu sucesso. Melhor é acumular dinheiro para bancar custos aleatórios de seus rappers, garantindo uma boa relação, ou torrá-lo nas lojas de roupas, jóias e tatuagens, que oferecem centenas de opções de personalização para seu personagem.


Durante algum evento aleatório do jogo, o jogador pode ainda conhecer sua cara metade e iniciar um namoro. Seria algo interessante se o relacionamento não se resumisse a e-mails de sua "amada", pedindo presentes e jantares de preços exorbitantes. Uma posição bastante machista, visto que durante todo o jogo a mulher é, basicamente, um objeto sexual, aparecendo sempre em trajes curtíssimos, além de viver às custas do namorado.


Virtua Tennis (PS3)


A série Virtua Tennis é considerada por muitos a melhor série de tênis para consoles. Ficou famosa com sua velha versão para o Dreamcast, para muitos o game de tênis, com a melhor jogabilidade já existiu! Virtua Tennis 3 tenta manter essa tradição, levando em consideração o poderio dos novos consoles. E essa versão facilita a vida dos jogadores, fazendo com que sejam poucas as vezes que você não irá acertar a bolinha amarela.
Isso não quer dizer que o jogo não seja divertido. Pelo contrário, é um jogo bem explosivo, assim como foi a antiga versão de Dreamcast, depois dando suas caras no ps2. Mas que também tem os seus problemas. Dentre esses, mais chamam atenção os mergulhos, que tiram um pouco o realismo. Na vida real, quem não lembra dos belos mergulhos de Fernando Meligeni, o “fininho”? Belas jogadas assim também estão presentes em Virtua Tennis 3, mas às vezes de forma sobre-humana. Isso porque os tenistas que você controla parecem não se cansar! Esse seria o tipo de jogada que se faria para salvar aquele momento importante de um rally, porém fazer tal movimente várias e várias vezes em um único rally? E eles nem se importam com o tipo de quadra, se jogando até mesmo em quadras de cimento! Talvez eu deva estar errado. Talvez os jogadores tenham uma super-pele no joelho combinadas às suas super-articulações...
Daí, se você for um jogador que repara em detalhes, a raríssima quantidade de vezes que você era a bola unida ao excessivo número de mergulhos pode acabar tirando o brilho do jogo, que tinha tudo para ser perfeito. Se dois jogadores talentosos estiverem nos controles, um contra o outro, não será difícil ver um rally com mais de 25 rebatidas, o que chega a ser “meio sobre-humano”. E as famosas bolas “winner”, com chamam os tenistas, aquelas super-rebatidas que vão bem aos extremos da quadra, têm uma mecânica até simples (e até aí tudo bem), mas novamente, o jogador parece ser um ser perfeito, caso você pegue o macete de desse tipo de jogada, pois ele não cansa nunca! Para tanto, quando mais você segurar o botão de batida antes de rebater, com mais força você rebaterá. E para executar esse tipo de rebatida, você deverá deixar o jogador parado antes de acertar a bola. Aprendendo essa mecânica, Roger Federer que se cuide!
Mas vamos para as boas notícias, oras! Cada ponto é disputado de diversas formas, como num jogo real. É muito legal você enfrentar seu oponente, conseguindo enganá-lo com uma bola curta, quando nada verdade ele esperava uma pancada, o que não estava disponível nas versões anteriores da franquia e que dará bastante empolgação em todas as partidas. Pena que a rede da quadra não seja tão real, onde ao invés de matar a bola em direção ao chão, ela levanta a bola lentamente, dando chance para o retorno oponente.
Tirando as questões da jogabilidade, temos os jogadores. Só há profissionais! Não que isso seja ruim, mas só profissionais? Você só jogará contra profissionais, quando alguns jogadores adversários fictícios, no seu início de carreira, poderiam dar um ar mais realista e divertido ao carrier mode. Se a Sega tivesse licenciado uns 200 jogadores do ranking tudo bem, mas ao invés, disso apenas 20 estão inclusos. Ainda no carrier mode (ou modo de carreira) você começará como o número 300 do ranking e na medida em que progride, você enfrentará os mesmos tenistas diversas vezes. No início eles mal conseguirão marcar um ponto em você, entretanto mais tarde os mesmos estarão melhores. Só é triste ver os textos aleatórios ditos por eles a você, quando onde você se sentira o máximo ao ter um elogio de alguém como Rafael Nadal por ter melhorado no ranking, você terá uma frase aleatória qualquer. Que bom que há mini-games bastante divertidos para ajudar a esquecer os deslizes do jogo.
No geral, os gráficos são muito bons, mas os deslizes na jogabilidade e no carrier mode são os pontos que não permitem Virtua Tennis 3 ser perfeito. Mesmo assim é um daqueles games que você, apaixonado por games esportivos, tem que jogar. O game ainda consegue ser divertido e bem interessante para se jogar contra os amigos, mesmo com tamanha quantidade de vacilos. Agora, se você quiser um game de tênis mais realista, talvez Top Spin 2 resolva seu problema.

Jogos mais vendidos do PS3

A lista abaixo são dados da Media Create, empresa de marketing que acompanha a venda de jogos no Japão. As vendas são números acumulados desde o lançamento do PS3 até 1º de abril.


1. Gundam Musou - 238.000
2. Mobile Suit Gundam: Crossfire - 128.000
3. Ridge Racer 7 - 125.000
4. Resistance: Fall of Man - 117.000
5. Armored Core 4 - 77.000
6. Virtua Fighter 5 - 73.000
7. Motorstorm - 61.000
8. Genji: Days of the Blade - 54.000
9. Formula One Championship Edition - 29.000
10. Enchanted Arms - 29.000
11. Need for Speed Carbon - 27.000
12. Sonic the Hedgehog - 25.000
13. Pro Baseball Spirits 4 - 20.000
14. Virtua Tennis 3 - 19.000
15. Mahjong Club - 15.000
16. Untold Legends: Dark Kingdom - 12.000
17. Sega Golf Club - 12.000
18. NBA 07 - 9.000
19. Winning Post 7 Maximum 2007 - 8.000
20. Mist of Chaos - 7.000
21. Railfan - 7.000
22. Mahjong Championship IV - 5.000
23. Fight Night Round 3 - 3.000

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